Professora é selecionada para conduzir a tocha olímpica em BH

A Chama Olímpica é um importante símbolo da união e paz entre os povos. A tradição determina que a chama siga viagem desde Olímpia na Grécia até a cidade sede, onde servirá para acender a pira na Cerimônia de Abertura dos Jogos. A ideia deste percurso é ir envolvendo as pessoas no clima dos Jogos Olímpicos por onde passa. E foi isto que encantou a professora Márcia Gorett Ribeiro Grossi, 51, a selecionada para conduzir a tocha em Belo Horizonte.

A paixão antiga por esportes levou a docente disputar por essa honra. Feliz por representar sua cidade, Márcia revela que sonhava em se tornar atleta profissional quando praticava ginástica olímpica, atividade que iniciou aos 11 anos de idade. No entanto, as inseguranças da profissão a levou a optar pela modalidade que parecia mais segura, a carreira acadêmica.

Atualmente Márcia é doutora em Ciência da Informação pela UFMG, professora titular no CEFET- MG e diretora técnica da Fundação de Apoio à Educação de Desenvolvimento Tecnológico de Minas Gerais. Mas seu sucesso nos estudos jamais a afastou completamente das quadras e assim fez do esporte seu hobby.

Há quase uma década após criar os filhos e conquistar estabilidade na profissão, se viu novamente com tempo para mergulhar na sua antiga paixão. Passou a praticar musculação sete vezes por semana e descobriu prazer na corrida de rua, tendo participado de mais de 200 corridas e conquistado mais de 40 pódios no Brasil e exterior.  Com orgulho, Márcia conta que família, alunos e amigos acompanhem seu esporte. “Gosto de pensar que sou um exemplo para eles”, afirma.

 

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