Professora é selecionada para conduzir a tocha olímpica em BH

A Chama Olímpica é um importante símbolo da união e paz entre os povos. A tradição determina que a chama siga viagem desde Olímpia na Grécia até a cidade sede, onde servirá para acender a pira na Cerimônia de Abertura dos Jogos. A ideia deste percurso é ir envolvendo as pessoas no clima dos Jogos Olímpicos por onde passa. E foi isto que encantou a professora Márcia Gorett Ribeiro Grossi, 51, a selecionada para conduzir a tocha em Belo Horizonte.

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Fórum reuniu grandes nomes das redes sociais em Belo Horizonte

O Fórum de Mídias Sociais (FOMS) aconteceu na tarde de domingo (20) no Ouro Minas Palace Hotel e trouxe as maiores personalidades da área. O objetivo foi refletir sobre as possibilidades de empreendedorismo na internet e as novas tendências do mercado digital. A iniciativa é da Secretaria do Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (SECTES) que busca incentivar o potencial de inovação e tecnologia dos mineiros.  Segundo o secretário Miguel Corrêa, o FOMS é uma oportunidade de conhecer casos que deram certo e aprender sobre o poder das ferramentas digitais. Continuar lendo

PUC Minas recebe a cineasta Petra Costa para sessão comentada com os alunos

O diretório acadêmico de psicologia exibiu gratuitamente o filme “Olmo e a Gaivota” no dia 04 de março no auditório da biblioteca da PUC Minas-São Gabriel. O evento contou com a presença da diretora  belo-horizontina  Petra Costa que falou sobre o longa e a sua carreira.

O documentário acompanha a difícil gestação da atriz italiana Olivia Corsini. Sua gravidez de risco a levou a ficar de repouso absoluto dentro de casa durante os nove meses da gestação e a perda do papel principal na peça “A Gaivota” de Tchekov. O telespectador se torna testemunha da frustração e angustias da atriz que perde importante turnê internacional e a sua liberdade. Continuar lendo

Est! Est!! Est!!! O verdadeiro sabor da Itália

A cozinha italiana é uma das mais populares do mundo, mas o sabor dos pratos não é a única razão para ter caído no gosto dos brasileiros. O Brasil possui a maior população oriunda da Itália, gerando um enorme impacto em nossa cultura. Fugindo da miséria que assolou a Europa no século XIX, os imigrantes saíram para a América em busca de terra e oportunidades de trabalho. Seus filhos e netos mantiveram seus costumes, o que acabou sendo absorvida por boa parte da população brasileira.

Famílias de imigrantes em Juiz de Fora.

Minas Gerais foi o terceiro estado que mais recebeu estes imigrantes e isto se reflete na quantidade de restaurantes italianos. Mas se tem um que merece destaque é o Est! Est!! Est!!! Autentica Cucina Italiana. A proposta é se manter fiel as receitas originais, sem abrasileirá-las como de costume. Deste modo, muitos podem estranhar o modo de preparo de certos pratos populares por aqui, mas que na Itália é servido de forma diferente. Fique preparado para a possibilidade de seu prato vir um pouco mais azedo, gorduroso ou menos temperado do que você se lembra. Ah, e a massa aqui será sempre al dente!

O menu é separado por Entrada, Primo, Secondo e Sobremesa. O restaurante recomenda que primeiro se coma a massa ou o risoto, e depois a carne, e não juntos, exatamente como é feito na Itália.  Além do menu fixo com opções vegetarianas e veganas, há um quadro de sugestões e um menu sazonal de degustação homenageando cada vez uma diferente região.

A cozinha é chefiada pelo o legítimo italiano, Simone Biondi, em parceria com Tiago Magnano, que além de seguir à risca a tradição italiana, conduz a produção de produtos da casa, como o guanciale artesanal, os antepastos, pães e licores. Os pratos são sempre feitos com ingredientes frescos. É preciso ter um pouco de paciência na espera, especialmente se tiver escolhido um risoto. O restaurante não é adepto ao método de pré-cozinhar os pratos e isto faz toda diferença na qualidade.

Chef Simone Biondi

A carta de vinhos é de responsabilidade de outro italiano, o maitre Rinaldo. A adega da casa possui uma grande variedade de vinhos de todas as vinte regiões do país da bota. Para quem tiver curiosidade pode pedir para conhecê-la e saber um pouco mais sobre a história de algumas marcas famosas.

O restaurante fica em um sobrado da década de 30, construído pelo arquiteto Amadeu Passini, bisavô dos donos, os primos Henrique e Leonardo Passini. O salão principal possui um pé direto alto e uma decoração elegante, no estilo rústico contemporâneo, com várias referências ao país do mediterrâneo. Infelizmente outros cômodos da casa, com exceção dos banheiros, não seguem o mesmo padrão e são muito mais simples. Mas é fácil entrar no clima com as músicas, são mais de 20 mil, mas não apenas as famosas, há desde os clássicos como Vivaldi e Verdi até chegar aos artistas contemporâneos.

O nome do local é outro atrativo que me despertou muita curiosidade, mas foi logo saciada no momento que me sentei com meu namorado para jantar. Em um papel impresso utilizado como jogo americano há esta curiosa história:

 “Henrique V da Alemanha, no ano de 1111, viajou a Roma para receber do Papa Pasquale II a coroa de Imperador do Sacro Império Romano. Faziam parte de seu séquito o bispo católico Johannes Defuf e Martino, seu especialista em vinhos. Para satisfazer sua paixão por novos sabores, o bispo enviou Martino para selecionar antecipadamente os melhores vinhos e tabernas que encontrasse pelo caminho. Sempre que Martin encontrasse um bom vinho, deveria escrever com giz nas portas das tabernas a palavra est, ou seja, “é este”, em latim. Assim que seu servo chegou a Montefiascone, experimentando o vinho local e sem saber ao certo como usar o código combinado para reforçar a importância de sua descoberta e indicar a qualidade excepcional do vinho, decidiu por escrever est! est!! est!!!”.

É preciso destacar o zelo e o bom atendimento dos funcionários mesmo com a casa lotada! Os preços condizem com a qualidade do restaurante. Eu arrisquei um Risotto di Gorgonzola e Barbabietola (R$ 49,00), mas achei o gosto da beterraba e dos queijos um pouco forte e enjoativo para o tamanho do prato. Já meu namorado, mais um descendente de italianos, amou seu Tagliatelle ai Funghi (R$38,00).

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Risotto di Gorgonzola e Barbabietola                      Tagliatelle ai Funghi

Se você deseja uma experiência na Itália sem ter de se preocupar com passaporte ou aeroportos vá ao Est! Só não esqueça de fazer as reservas com antecedência, os amantes da autêntica comida italiana estão sempre por lá.

O charme vintage do BeHopper pelas ruas de BH

BeHoppers Lindy Hop

BeHoppers

Em 2012 um grupo de amigos entusiastas Lindy Hop estavam frustados com a falta de locais para a prática desse estilo de dança em Belo Horizonte e resolveram se unir para divulgar e promover eventos desse ritmo contagiante. Assim surgiu os BeHoppes, cujo nome foi inspirado nas iniciais da capital.

O Lindy Hop é uma dança de origem afro-americana, dançada ao som de Swing Jazz, música que surgiu com as orquestras chamadas de “big bands”, como Glenn Miller, Count Basie e Duke Elington. O estilo se tornou um enorme sucesso nos EUA e também ganhou a Europa nas décadas de 20 e 30.

Duke Elington e Big Band

Os primeiros registros de bailes do estilo foi no Harlem, bairro negro da periferia de Nova York. Apesar de ser uma época de segregação racial, o amor pela dança reuniu brancos e negros, como no salão Savoy, o primeiro a ter essa integração. No local os jovens reuniam-se para se divertir e criar novos passos de outras três danças o breakaway, o Charleston e o sapateado que misturados formavam o Lindy Hop.

Casal dançando Lindy Hop

Juntos os BeHoppes criaram a versão belorizontina do projeto “I Charleston the World” que promove a dança e já fez homenagens a cidades como Nova York, Paris, Berlim, Munique e Tel Aviv. Confira abaixo porque em poucos meses esse vídeo que é puro charme vintage se tornou um sucesso e viralizou entre os mineiros.

Keep swinging!

 

Inicia mais uma edição da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

Começou hoje a 42ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. São 159 espetáculos, sendo 62 inéditos, 103 para o público adulto, 43 peças infantis, 11 apresentações de dança e duas de rua que poderão ser vistos até o dia 6 de março. As apresentação ocorrerão em diferentes endereços de Belo Horizonte, Betim, Conceição do Mato Dentro, Juiz de Fora, Nova Lima e Sete Lagoas.

A iniciativa do Sindicato os Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc) reduz os valores dos ingressos a preços populares de R$ 5, R$ 10, R$ 12 e R$ 15, conforme o espetáculo. Os valores são promocionais somente para os ingressos adquiridos nos postos de venda da campanha e pela internet.

Sempre um sucesso de público, os organizadores esperam um público de 350 mil pessoas. “É um programa para toda a família. Nosso sonho é levar a arte do teatro e da dança para o povo. Acho que estamos conseguindo isso nesses 42 anos de empreitada”, afirma o presidente do Sinparc, Rômulo Duque.

Para evitar filas, facilitar a compra dos ingressos, e o acesso a programação, foi lançada nesta edição o aplicativo “Vá ao Teatro MG”, que possui download gratuito e funciona tanto em smartphnes quanto tablets.

Outro aplicativo é o Cine Theatro Brasil, que apresenta a programação completa das salas de espetáculos de todo o país. Também com download gratuito, o recurso, inédito no Brasil, direciona o público para o site de compra “Vá ao teatro MG”.

Taste Vin, o pedacinho da França em BH

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Em uma casinha charmosa em um dos pontos mais nobres da cidade encontramos o Taste Vin. Com decoração requintada, atendimento caprichado e pratos deliciosos, é capaz de surpreender até os mais exigentes clientes. O tradicional restaurante possui mais de duas décadas de sucesso sempre no mesmo endereço.

Sua fama é por conta dos suflês do chef Rodrigo Fonseca, sempre enormes, leves e saborosos. Os mais pedidos são o de Espinafre com Passas e Maçã, o de Queijo Gruyère, e o que leva o nome do bistrô, com camarões, Gruyère e champignon, todos servem até duas pessoas e custam por volta de R$46,00.

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Reprodução. Foto do site oficial.

Se desejar experimentar outras delícias francesas, recomenda-se o pernil de cordeiro assado ao molho de vinho branco servido com arroz (R$ 68,00).  Sugere-se igualmente pedir de entrada o couver montado com mousse de pepino, queijo de cabra, patê de champagne, tomates semidesidratados e cesta de pães (R$32,00).

A carta de vinhos é outro destaque, a mais completa da cidade e contém todas as faixas de preço. Seu menu foi premiado seis vezes com o “Award of Excellence” pela revista Wine Spectator. O zelo do Taste-Vin é tamanho que construiu a primeira adega comercial climatizada de Belo Horizonte, com temperatura e umidade controladas, onde ficam armazenados cerca de 750 rótulos de nacionalidades diversas.  A sugestão do sommelier Denis Marconi é o tinto francês Cotes du Rhone Villages Notre Passion 2010 (R$ 78,00).

Local: Rua Curitiba, n. 2105, Lourdes. Reservas 3292-5423. De 2a. a 5a. feira, das 19h30 às 00h; Sextas e sábados, das 19h30 à 01h.

Uma volta ao passado no Quarteirão do Soul

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Nos dois últimos sábados do mês, no centro da cidade, dezenas de pessoas se reúnem para dançar o melhor da Soul Music. Esqueça passinhos de rosto colado ou coreografias ensaiadas, tudo é feito no improviso. O segredo é seguir o ritmo e se deixar entrar em um estado quase que de transe e euforia. Geraldo Antônio, um dos fundadores do Quarteirão do Soul, afirma “isso aqui é terapia, se você está com depressão, entra na pista que você se cura”.

Geraldinho, como é carinhosamente chamado pelo público, comanda ao lado do DJ Joseph, as batidas desta festa. Inicialmente a proposta era reunir velhos amigos que frequentavam os chamados bailes black no centro da cidade nos anos 70.  Com o passar dos anos, as festas foram sendo expulsas para as periferias. Este é mais um desses impressionantes eventos culturais espontâneos que se apropria do espaço público e promove a livre expressão do indivíduo. Ainda hoje ela ocorre gratuitamente e recebe de braços abertos de dançarinos da velha guarda a transeuntes curiosos.

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Foto: Lucas Jacovini

Para os saudosistas, o baile não decepciona, a maioria vai à caráter. Black power, ternos impecáveis, chapéus, suspensórios e sapatos bicolores fazem parte do cenário que provoca a sensação de uma viagem no tempo. Mas a proposta vai muito além de curtir os embalos do sábado à tarde, é também uma forma de expressão de orgulho da cultura negra. Segundo a pesquisadora da UFMG, Rita Aparecida da Conceição Ribeiro “o movimento se caracteriza pela afirmação da identidade de seus participantes, que se espelham no discurso de igualdade, na vestimenta e na dança criados pelo movimento soul e na figura do cantor James Brown”.

O Soul Music, ou Música da Alma, em tradução livre, teve seu auge na voz de artistas negros e foi influenciado pelos discursos de anti-racismo e liberalismo social na década de 60 nos Estados Unidos. A marginalidade imposta aos afrodescendentes neste período não foi suficiente para barrar o sucesso de suas músicas. O evento assume toda a essência dessa época, sem intenções comerciais, ele sobrevive da união daqueles que contribuem para que o baile aconteça.

 Não se deixa intimidar pela falta de habilidade nos pés ou do traje ideal, todos são bem recebidos. O único requisito desta festa é não ter medo de se jogar na pista.

Local: Rua Tamóios entre Paraná e Curitiba, das 14h às 22h.

A reciclagem que ensina a programar

Na última segunda-feira (19), os estudantes de comunicação social do Centro Universitário Newton Paiva, receberam o professor Liberato Silva para conferir sua palestra “Criatividade que vem do lixo: como transformar sucata em conhecimento”. Em sua apresentação, o professor emocionou a todos com sua trajetória de vida e projeto de ensino a crianças carentes.

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Natural de Jaboatão dos Guararapes/PE, foi expulso de casa ainda adolescente sem completar ao menos o ensino fundamental. Por sorte, foi acolhido por um vizinho generoso que lhe ajudou a desenvolver o hábito da leitura. Mas só quando entrou no exército encarou os estudos, chegando ao segundo ano do ensino médio. Liberato poderia seguir carreira no quartel, mas preferiu fazer seu caminho. Ele sabia que sua vocação era outra.

Mudou-se quase que por impulso para Belo Horizonte. Ouviu bons relatos sobre a cidade e arriscou. Chegou sem ter onde se alojar ou trabalhar e suas primeiras noites passou dormindo na Praça da Liberdade. Após fazer alguns pequenos trabalhos para se sustentar, decidiu mudar de vida. Como sempre gostou das áreas de exatas, passou a frequentar como ouvinte as aulas de engenharia elétrica, inteligência artificial e linguagem da programação da UFMG. Ainda que não estivesse de fato cursando as disciplinas pode aprender tanto quanto seus colegas.

12017628_10207791639696632_8750116854215982342_oCerto dia escutou que a FIAT estava com dificuldade de encontrar um programador que desenvolvesse um projeto que atendesse suas diretrizes e as da matriz na Itália.  Era necessário que o técnico soubesse italiano, mas Liberato não desistiu. Estudou intensamente e em poucos dias aprendeu o básico da língua e conseguiu fechar contrato com a empresa.  O código desenvolvido com sucesso agradou aos empresários e sua fama no meio empresarial e acadêmico deslanchou. Seu trabalho foi reconhecido por empresas e instituições de ensino de renome como o como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Stanford University nos EUA. Liberato passou a ser convidado para desenvolver projetos, dar palestras e escrever artigos sobre tecnologia da informação, robótica e mecatrônica educacional.

roda giganteApós passar a ministrar aulas de robótica para alunos de escolas particulares, Liberato criou o projeto “Robótica com lixo digital”, que ensina a crianças, jovens e adultos a importância do aprendizado escolar por meio da Robótica. Incomodado com a quantidade de computadores velhos que uma instituição jogaria no lixo, o professor pediu todas as máquinas para utilizar em suas aulas. Assim, para auxiliar na preservação do meio ambiente e ainda poupar custos das instituições passou a utilizar o lixo digital em suas construções. Tudo pode ser reaproveitado, mouses, scannes, baterias, pilhas e cabos são utilizados na construções de carrinhos, máquinas e robôs de diferentes formas. Até palitos de churrasco se transformam em uma réplica de roda gigante nas mãos do professor.

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Atualmente ele desenvolve projetos com a PUC Minas, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, Fundação Torino, Fundação Dom Cabral, Centro Universitário Izabela Hendrix e Colégio Tiradentes e dá aulas regulares para o Colégio Dona Clara. Quando questionado sobre a maior dificuldade em despertar nas crianças o interesse pelas áreas exatas, Liberato tem a reposta na ponta da língua “o problema é quando não se consegue desenvolver um projeto em algo prático, as pessoas precisam tocar no conhecimento e se você não cria isso, você não estimula o aprendizado.”

Liberato Silva representa o que há de mais moderno no ensino, a necessidade de inovar a educação e mostrar para nossas crianças a magia da ciência. O Brasil precisa investir em pesquisa e formar mais cientistas e isto só será possível quando adotarmos projetos como este que aplicam o conhecimento. A palestra foi encerrada com a demonstração de como transformar o uso de objetos aparentemente descartáveis. Certamente as lições de vida, criatividade e superação ficaram marcadas em todos os alunos que participaram do evento.

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Exposição de moda reflete cultura mineira da década de 80

O Grupo Mineiro de Moda foi o início de todos os movimentos que surgiram na moda mineira, inclusive o famoso “MinasTrend”, transformando Belo Horizonte em um polo lançador de tendências. A exposição “Grupo Mineiro de Moda #A Vanguarda dos anos 80” é o registro historiográfico sobre a trajetória desta associação de estilistas que projetaram a moda mineira para o cenário nacional.

O Grupo foi responsável por colocar a capital de Minas na rota dos compradores e da imprensa brasileira e inicialmente era composto pelas grifes Artimanha (hoje Mabel Magalhães), Allegra, Art Man, Bárbara Bela, Comédia, Femme Fatale (depois Eliana Queiróz), Frizon (depois Mônica Torres), Patachou, Pitti (depois Renato Loureiro), Straccio (substituída, mais tarde, pela IBZ).  A exposição fica em cartaz até o dia 20 de dezembro no Centro de Referência da Moda de Belo Horizonte e tem entrada gratuita.

Marta Guerra, gestora do CRModa, conta a imprensa um pouco sobre a  exposição: “Através da moda, Minas criou uma forma de expressão própria e consolidou sua identidade cultural. A valorização regional no design tornou-se fundamental para a compreensão das características e hábitos da cultura mineira. A exposição deverá refletir um amplo exercício de pesquisa sobre o vestuário sob os aspectos da economia, da geografia, da história econômica, dos costumes, da indústria têxtil, dos avanços tecnológicos, da cultura local, dos produtos naturais, da mão de obra, da estética, do significado social dentre outros”.

A curadoria é do estilista Renato Loureiro e o projeto expográfico é do arquiteto Pedro Lázaro. Juntos optaram por apresentar brevemente sobre a história do Grupo e sua relação com o contexto do período em que foi consolidado nacional e internacionalmente. A exposição é imperdível não somente para os amantes da moda, mas igualmente para todos que tem curiosidade sobre  a cultura mineira e queiram vê-la refletidas sobre a moda dos anos 80.

Local: Centro de Referência da Moda de Belo Horizonte

Rua da Bahia, 1149 – Centro – Belo Horizonte
(31) 3277-4265/ (31) 3277-4384